ANAVILHANA

A Anavilhana surgiu do encontro entre a produtora Luana Melgaço e as realizadoras Clarissa Campolina e Marília Rocha. Aqui desenvolvemos nossos projetos, trocamos experiências e inspirações, na busca por desenhos de produção mais adequados a cada novo trabalho, promovendo maior liberdade e autonomia dentro dos processos criativos.

Criada em 2005, a produtora surgiu dentro da TEIA e reúne 3 dos 6 integrantes do grupo. Ao longo de 10 anos de existência, os trabalhos desenvolvidos pelas sócias da Anavilhana foram assinados pelo grupo Teia e alcançaram reconhecimento ao serem exibidos em importantes festivais nacionais e internacionais de cinema, conquistando diversos prêmios; e por terem seus filmes distribuídos comercialmente no Brasil e em países da América Latina e da Europa.

A Anavilhana mantém desde sua origem, o desejo de articular pesquisa, formação e criação audiovisual. E vem realizando seu objetivo na interlocução constante com realizadores, produtoras e grupos diversos, propondo parcerias criativas, produções associadas e coproduções dentro e fora do Brasil.

EQUIPE

Clarissa Campolina | Diretora e Montadora

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Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil. Sócia da produtora Anavilhana desde 2005, foi membro da Teia de 2002 a 2014, onde realizou filmes e instalações. Girimunho (Swirl, 2011), seu longa de estreia, teve sua première internacional no Festival de Cinema de Veneza em 2011, e recebeu premiações em Veneza, Mar Del Plata, Nantes, Havana, entre outros.  Os curtas metragens de Clarissa também foram exibidos e premiados em festivais como os de Roterdã, Brasília, Havana, Locarno, França, Oberhausen, Buenos Aires, entre outros. O porto foi indicado para o Tiger Awards Competition de curtas metragens no 43˚ Festival Internacional de Cinema de Roterdã; Odete estreou no 58˚ Festival Internacional de Cinema de Oberhausen, onde ganhou o Prêmio Ecumênico; Adormecidos foi exibido em Cinéma du Reél e foi premiado no 8˚ Femina; Notas flanantes estreou no 38˚ Festival de Cinema de Locarno; e Trecho foi também nomeado para o Tiger Awards Competition, onde ganhou o Prêmio de Melhor Curta Metragem, Melhor Fotografia e Melhor Montagem no 39˚ Festival de Cinema de Brasília. Atualmente ela acaba de finalizar o curta Os que se vão, co-dirigido com Luiz Pretti, desenvolve seu segundo longa metragem, Canção ao longe, e participa de um programa de Núcleos Criativos para desenvolvimento de roteiro com o projeto A Fera na Selva, co-dirigido com Sérgio Borges.  Em 2015, teve uma retrospectiva no Cinema Arsenal, em Berlim, dentro do programa da residência artística do DAAD – Kunstelerprogramm.

Luana Melgaço | Produtora

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Luana Melgaço é formada em Comunicação Social pela UFMG. Dedicada à produção audiovisual desde 2005, é sócia da Anavilhana desde 2009 e foi membro da Teia entre 2010 e 2014. Assina a produção e produção executiva de curtas e longas-metragens de diretores como Clarissa Campolina, Helvécio Marins Jr, Marcos Pimentel, Marilia Rocha, Sergio Borges, entre outros. Seus filmes foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo, além de terem sido lançados comercialmente em salas de cinema, televisão e DVD. Foi professora universitária durante 3 anos e frequentemente ministra oficinas sobre temas relacionados à produção.

Marília Rocha | Diretora

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Marília Rocha vive e trabalha em Belo Horizonte. Dirigiu os filmes Aboio (2005), melhor filme no festival É Tudo Verdade; Acácio (2008); e A Falta que me faz (2009), melhor filme Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. Em 2011, teve uma retrospectiva no festival Dockanema, em Moçambique, e foi homenageada no festival Visions du Réel, que dedicou uma mostra especial aos seus trabalhos, na Suíça. Foi uma das fundadoras do centro de produção Teia, do qual participou durante 10 anos. Atualmente, é parceira de Clarissa Campolina e Luana Melgaço na Anavilhana.

Ana Luisa Bambirra | Assistente de produção

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Analu Bambirra é formada em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA. Durante a faculdade, produziu o documentário “A cidade que vive em mim” (Fernanda Estevam, 2014), premiado como melhor documentário no II Festival MoveMundo. Seu projeto de graduação, “Antes da Primavera, metade de mim” (ficção, Francisco Barbosa, 2015), foi produzido por recursos incentivados via Lei Rouanet e por financiamento coletivo. Além destas obras, é produtora executiva do curta-metragem “José Baleia” (ficção, Julio Cruz, 2015), selecionado na Mostra de Cinema de Tiradentes, e distribuidora do “Quando é lá fora” (ficção, André Pádua e Leonardo Branco, 2016), que foi selecionado no 26º Cine Ceará.

Pedro Rena | Assistente de direção

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Pedro Rena é graduando em Letras com formação complementar em Comunicação Social pela UFMG. Foi bolsista do programa de extensão forumdoc.ufmg e integrou coletivo Cineclube FAFICH.

Ana França | Assistente de direção

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Ana França vive atualmente em Belo Horizonte. É formada em Comunicação Social na Universidade Federal de Minas Gerais e trabalha junto à assistência de direção das produções “Coiote”, de Sérgio Borges, e “Canção ao Longe”, de Clarissa Campolina.

 

Laura Godoy | Diretora de Produção do Núcleo Criativo “Transcriações” 

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Laura Godoy é jornalista, produtora e pesquisadora. Foi diretora de produção do longa Arábia (2017), de João Dumans e Affonso Uchoa; produtora e pesquisadora do documentário sobre Atlético Mineiro, de Sérgio Borges e Helvécio Marins Jr. (em fase de montagem) e do filme A Terra Treme (2017), de Walter Salles (curta integrante do projeto Where Has Time Gone, coordenado por Jia Zhang-ke), entre outros. É sócia de Juliana Antunes (Baronesa – Melhor Filme e Melhor Fotografia na Mostra de Tiradentes 2017) e Marcella Jacques na produtora Ventura. Circulou nas áreas de pesquisa, produção e assistência de produção nos filmes: No Coração do Mundo (em fase de montagem, Filmes de Plástico), de Maurílio Martins e Gabriel Martins; Veredas do Brasil (série, 2017, Vaca Amarela Filmes); Filhos de Bach (2014), produção Conspiração Filmes (RJ) e coprodução da alemã Forseesense. Também trabalhou como curadora de Artes Visuais do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, que produziu exposições, oficinas e mostras com o tema “Cinema de resistência no Brasil ontem e hoje”, com a presença de cineastas como Andrea Tonacci, Sylvio Lanna e outros participantes do movimento marginal dos anos 1970. Atualmente, se dedica ao projeto It’s All True em Ouro Preto, sobre a passagem de Orson Welles por Minas Gerais, contemplado pelo edital de desenvolvimento da Codemig e é diretora de produção do Núcleo Criativo Transcriações, da Anavilhana.

Assista aos vídeos:

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2 respostas em “ANAVILHANA

  1. Olá, eu gostaria de assistir ao filme “A cidade onde envelheço”. Vai ser lançado dvd?

  2. Boa tarde, Equipa Anavilhana

    Eu quero enviar o meu cv, mas só encontrei o e-mail assistente@anavilhana.art.br. Não sei se existe um contacto mais indicado. Como este e-mail não aparece no site, só no facebook, fiquei na dúvida se estará ou não ativo.

    Será que podem disponibilizar o e-mail para onde devo encaminhar o meu cv?

    Agradeço a atenção dedicada ao meu pedido.

    Até breve!
    Marisa Tavares

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