“Solon” será exibido na Uganda, no Amakula International Film Festival.

“Solon”, de Clarissa Campolina, será exibido no festival Amakula International Film Festival – Uganda! A exibição acontecerá em Março, em Kampala, capital do país, no dia 14 de março de 2018.

Confira aqui.

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“Os que se vão” terá sua estreia internacional no festival Visions Du Reel.

“Os que se vão”, filme de Clarissa Campolina e Luiz Pretti, terá sua estreia internacional na Competição de Médias e Curtas-metragens do Visions Du Reel, na Suíça! O filme será exibido nos dias 18, quarta-feira, às 21h, e 19, quinta-feira, 18h15 de Abril de 2018, na cidade de Nyon.

Confira aqui.

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“Os que se vão”, novo filme de Clarissa Campolina e Luiz Pretti, terá sua estreia nacional na Mostra de Tiradentes.

“Os que se vão”, novo filme de Clarissa Campolina e Luiz Pretti, terá sua estreia nacional na 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

A exibição acontece no dia 21/01/28, domingo, no Cine Tenda, às 17h, junto dos curtas “A brincadeira”, de Rafael Conde e “Todas as casas menos a minha”, de Julia Baumfeld.

Confira mais informações aqui.

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“Girimunho”, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr., está disponível para streaming no Filmatique.

Girimunho (2011)de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr., está disponível no mês de janeiro para ser assistido  online, via streaming, na plataforma americana Filmatique, dentro da mostra New South American Cinema Series, ao lado dos filmes El Limpador (Peru, 2012), de Adrián Sabas, El Tiempo Nublado (Paraguai, 2014), de Arami Ullón, e Carga Sellada (Bolívia, 2015), de Julian Vargas Weise.

Assista aqui.

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“Aboio” integra a mostra “O nome do Rosa” no CCSP.

O filme Aboio (2005), de Marília Rocha, integra a programação do evento O nome do Rosa, dedicado a pensar o trabalho de Guimarães Rosa, no ano em que se completam 50 anos de sua morte. (Dia 08/11, às 18h, no CCSP)

Na mostra de cinema, serão exibidos três filmes representativos do universo das obras de Guimarães Rosa: as adaptações A hora e a vez de Augusto Matraga, do diretor Roberto Santos, em versão restaurada, Mutum, baseado no livro Campo Geral, e o documentário Aboio, de Marília Rocha, que capta de forma poética a vida dos vaqueiros nos sertões, tema muito explorado nas obras de Rosa.

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“A parte do mundo que me pertence”, de Marcos Pimentel, estreia no festival do Rio.

A parte do mundo que me pertence, novo filme do cineasta Marcos Pimentel, produzido pela Tempero Filmes e coproduzido pela Anavilhana, estreia esse mês no Festival do Rio, com exibições nos dias 9, 10 e 11 de outubro.

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 Em entrevista com o jornal Tribuna de Minas, o realizador conta que resolveu “fazer esse filme movido a entender os combustíveis que nos movem no cotidiano. Queria voltar minha atenção para os sonhos e desejos da gente comum, personagens anônimos que não habitam nenhum cartão-postal, nenhuma imagem chave de cidade alguma. Queria fazer um filme que mostrasse como o que a gente quer se reflete nos atos e gestos do dia a dia. Nesse filme acompanho nove pessoas completamente diferentes, cada um quer uma coisa, tem gente que deseja o impossível ou difícil, como ganhar na loteria, e outros que querem coisas pequenas e fáceis de conseguir. Acompanho sem julgar esses desejos, porque o que eu quero é chamar atenção para a grandeza das ações de vidas anônimas, mostrando que sonhar faz parte da existência do ser humano.”